Como a Reforma Tributária e a Lei Complementar 227/2026 Aumentaram o Custo do Inventário em São Paulo
- Renzo e Querobi

- 7 de abr.
- 2 min de leitura
O ano de 2026 marca um divisor de águas para o Direito Sucessório no Brasil. Com o avanço das regulamentações da Reforma Tributária, o planejamento sucessório deixou de ser uma estratégia apenas para grandes fortunas e passou a ser uma necessidade para a proteção do patrimônio familiar.
A MUDANÇA NA ALÍQUOTA: Da Taxa Fixa à Progressividade
Até pouco tempo, estados como São Paulo aplicavam uma alíquota fixa sobre o valor total do patrimônio (ITCMD). No entanto, com as novas diretrizes, a progressividade tornou-se a regra. Isso significa que o imposto agora funciona em faixas, quanto maior o valor dos bens deixados, maior será a porcentagem da alíquota, que pode chegar ao teto de 8%.
Os dois grandes desafios do Inventário em 2026
Avaliação pelo Valor de Mercado: O fisco tem sido rigoroso na avaliação dos bens. A base de cálculo agora tende a ser o valor real de venda, o que eleva o montante final do imposto, independentemente da alíquota aplicada.
Fiscalização Digital: O cruzamento de dados entre cartórios e órgãos fiscais está mais ágil, exigindo precisão absoluta na declaração de bens e direitos.
Como proteger o patrimônio da sua família?
Lidar com o luto já é um fardo pesado. Ter que liquidar bens ou contrair dívidas para pagar impostos de herança é uma situação que pode ser evitada com ferramentas legais, como:
Doação com Reserva de Usufruto: Antecipação da sucessão com segurança para o doador.
Testamentos e Seguros: Estratégias para garantir liquidez imediata aos herdeiros.
Conclusão
A busca por um profissional especialista é o que separa um inventário traumático de uma transição tranquila. Se você deseja entender como essas mudanças impactam o seu patrimônio específico, nossa equipe está à disposição para uma análise consultiva.





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